sexta-feira, 29 de março de 2013

Violência Obstétrica



Mapa da Violência Obstétrica pela Internet:
Depois de um parto traumático e extremante violento e um segundo humanizado, empoderado e em casa, Isabella Rusconi e Carlos Pedro Sant'Ana criaram o Mapa da Violência Obstétrica.
"Embora seja um problema invisível para muita gente - principalmente para os homens - e silenciado por muitas mulheres    - por vergonha ou desconhecimento de que foi vítima - é necessário criar um novo sentido de respeito humano e mudar o modo como lidamos com o parto. Talvez mostrando relatos de vítimas de violência obstétrica, possamos chegar a outras mulheres que passaram por essa violência sem o saber ou sem o reconhecer, e as arrancar de sua Síndrome de Estocolmo" (Carlos).

Para acessar a ferramenta use o link: Violência Obstétrica

terça-feira, 19 de março de 2013


Ultimamente tenho pensado muito sobre Ser-mulher, afinal que posição ocupamos nas diferentes situações da vida?
E por falar em vida, início de vida, que tal refletir sobre a masculinização do ambiente do parto com Michel Odent?
Um convite ao pensamento...

In-labour life: Masculinisation of birth enviromenment (http://www.wombecology.com/?pg=masculinisation)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O Futuro do Nascer no Brasil - Sala de Notícias

Vídeo sobre a cultura do parto no Brasil, a relação entre a formação dos profissionais de saúde e as altas taxas de cesáreas e a cesariana como uma questão de saúde pública.
O que me encanta aqui é a voz da antropologia neste campo. Isto me remete aos tempos de mestrado, no IFF/Fiocruz, e o tanto que eu pensei sobre o "rito de passagem do parto". Naquele período eu não consegui conversar com alguém que me acompanhasse nos caminhos da antropologia, que bom ouvir agora!

Vídeo “Aborto en el mundo”

Mais informação para bem dizer a capacidade de conceber... ou não!

Vídeo Recomendando “Aborto en el mundo”

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Um exemplo do bom uso das redes...


07/12/12 – PRDC recomenda à TV Globo que esclareça mães sobre período de amamentação

Quadro exibido no “Programa Mais Você” orientou o desmame a partir do momento em que a criança começa a andar; Ministério da Saúde recomenda amamentação “até dois anos ou mais”
A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo recomendou à TV Globo que faça um esclarecimento em rede nacional para informar que o Ministério da Saúde, a Organização Mundial de Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam o aleitamento materno até “dois anos ou mais”.

A veiculação servirá para corrigir um erro de informação transmitido no último dia 3 de dezembro pelo “Programa Mais Você”, da apresentadora Ana Maria Braga. Num dos quadros do programa, chamado “Game Hipoglós Amêndoas”, o educador Marcelo Bueno orientou as mães a promover o desmame de seus filhos a partir do momento em que começarem a andar.

A recomendação, endereçada ao diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, estabelece prazo de três dias para que a  informação correta seja veiculada no programa “Mais Você” com o mesmo tempo de duração (nove minutos e 41 segundos) que durou o quadro.

O esclarecimento deve ser feito, de preferência, “com entrevista de profissional especializado em aleitamento materno ou com a retratação do educador Marcelo Bueno, que manifestou a informação prejudicial à saúde das crianças”.

O documento determina, também, que as mães participantes do reality show sejam informadas sobre o equívoco e que tal esclarecimento seja veiculado no programa de Ana Maria Braga.

Segundo a recomendação, assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, e pelas procuradoras da República Ana Previtalli e Luciana Costa Pinto, a publicação oficial do Ministério da Saúde “Dez passos para uma alimentação saudável – guia alimentar para crianças menores de dois anos” preconiza a amamentação “até dois anos ou mais”. A mesma recomendação é feita pela OMS e pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

“O programa fez recomendações contrariando todas essas diretrizes, em detrimento da saúde e bem estar das crianças participantes do programa e de todos os telespectadores que receberam a informação”, afirma o documento expedido nesta sexta-feira, 7 de dezembro.

Os procuradores lembraram que compete aos meios de comunicação, serviço público concedido pelo Estado, “esclarecer a população a respeito de assuntos de interesse público”, além de “não contribuir para a formação de uma cultura prejudicial e errônea”.

O documento reconhece a preocupação demonstrada pela TV Globo em promover “a difusão de conhecimento, a transmissão de mensagens socioeducativas e o incentivo ao debate e à mudança de comportamentos”, conforme informações extraídas de sua página na internet.
Para ler a íntegra da Recomendação, clique aqui.
Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no Estado de S. Paulo
Mais informações à imprensa: Elaine Martinhão e Gabriela Rölke
11-3269-5068
ascom@prsp.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_sp

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A maternidade no chiqueirinho

A maternidade no chiqueirinho
Seguindo este link chegamos numa crítica bem colocada sobre um programa de alta "penetração" nos lares brasileiros.
Ana Maria Braga é vista e ouvida p/ muita gente... Precisamos chamar atenção para o absurdo que está acontecendo!
Aff...